quinta-feira, 24 de outubro de 2013

A importância de uma cobrança

Tem uma máxima no futebol que um pênalti é tão importante que quem deveria bater é o presidente do clube.

E realmente podemos ver que é quase isso...Fazendo uma releitura da memória, consigo recordar várias situações de cobranças de pênaltis em que o batedor tinha tanta carga de responsabilidade e acabou não correspondendo.

Tanto em Copas do Mundo como campeonatos europeus, sulamericanos, brasileiros e estaduais.

Vou fazer uma lista com as Top 10 cobranças de pênalti que os batedores fracassaram  e suas equipes acabaram sendo eliminadas ou perderam a competição.

Não necessariamente a minha lista está em ordem de importância ou de maior fracasso, mas na ordem que eu recordo e acho os vt's.

Comentem a lista e tragam também as suas colaborações.

1- Cobrança de Roberto Baggio na final da Copa de 94 entre Brasil e Itália: Não precisamos falar nada sobre essa cobrança. A cena dele desolado explica melhor do que qualquer texto.



2- Sequencia de pênaltis entre Boca Juniors e Newells Old Boys na Libertadores 2013: Nada mais nada menos que 26 cobranças até se definir o classificado para a semi-final da competição.



3 e 4- Classificação e conquista do Atlético Mineiro na Taça Libertadores 2013: Coloco na tabela um "Dois em Um" citando o Galo na semi-final e na final da Libertadores 2013.





5- Cobrança de Alexandre Pato contra o Grêmio na Copa do Brasil 2013: O exemplo de quando um jogador está displicente e sem o foco necessário na cobrança.



6- Gre-Nal da decisão do gauchão 2011: Grêmio e Inter decidem o Gauchão 2011 em cobranças de pênaltis e quem leva a melhor é o time colorado.



7- Inter e Cruzeiro nas quartas de final do 1º turno do Gauchão 2011: Inter atuando com Time B no Primeiro Turno do Gauchão 2011 perde para o Cruzeiro-RS e  fica fora da semi-final.



8- Classificação do Brasil para a final da Copa 98: Taffarel colocando o Brasil na final da Copa de 98 contra a Holanda.



9- Brasil e Paraguai na Copa América 2011: Atuação bizonha dos batedores brasileiros na decisão de vaga para a final da Copa América 2011.



10- Final da Libertadores de 2008 entre Fluminense e LDU: Depois de uma atuação brilhante do Fluminense, revertendo o resultado do jogo de ida, perde a decisão da Libertadores 2008 em pleno Maracanã para a LDU.


sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Quantos vão e quantos deveriam ir...

Não vou entrar no mérito da questão que no Gre-Nal do primeiro turno foram X ingressos e que nesse Gre-Nal serão Y ingressos.

Minha pergunta é bem simples: como é que as direções dos outros clubes brasileiros definem a quantidade de ingressos para o adversário quando tem clássico no Brasileirão?

No Fla-Flu quantos ingressos vão para o visitante? E no Cruzeiro x Galo? e no Corinthians x São Paulo? Botafogo x Vasco? Atlético Paranaense x Coritiba? Flamengo x Botafogo? Corinthians x Santos? Flu x Vasco? Bahia x Vitória?

Alguém sabe essa resposta? Qual o critério usado para definir quantos torcedores adversários vão a campo nesses clássicos citados acima e vice-versa?

Porque aqui no Rio Grande do Sul ainda temos esse tipo de comportamento por parte dos dirigentes?

Será que o mundo é tão pequeno que não se consegue atravessar a fronteira do RS?

Nem vou falar nos clássicos mundiais senão o post teria umas cinco páginas questionando os nossos "competentes" dirigentes...

E com esse comportamento exemplar é que eles pedem para o torcedor ir ao estádio apenas torcer e vibrar com seu time, sem violência.

Mas a maior violência está vindo da parte diretiva da coisa...

Ou não é um atentado ao torcedor (seja ele de que lado for...) esses pedidos de paz nos estádios e uma troca de farpas explícita na mídia por parte dos comandantes dos clubes?

Tá mais do que na hora de profissionalizar tudo dentro de um time de futebol. Não só os jogadores serem profissionais, mas também os dirigentes.

Pode ser que assim as coisas mudem um pouco. Pode ser...

Entrevista no Crônicas versão Copa do Mundo - Valdir Espinosa

Já que o final do ano está chegando e em 2014 terá o maior evento futebolístico do mundo aqui no Brasil, está no ar mais uma edição do Entrevista no Crônicas na versão Copa do Mundo.

Desta vez o entrevistado também já passou pelo blog anteriormente e volta com suas visões sobre o torneio e o que pensa sobre a seleção brasileira comandada por Felipão.

Valdir Espinosa nos conta como já viveu essa competição e o que espera do evento.

Curtam abaixo a entrevista.

Luciano Coimbra: Quantas copas você já assistiu in loco?

Valdir Espinosa: Nenhuma copa ao vivo.



L.C.: Qual a tua expectativa para a Copa 2014?

V.E.: Que tenhamos uma copa em que tudo de certo e claro conquistemos o título de campeão.


L.C.: Qual a tua opinião sobre a construção dos estádios fora do eixo central do futebol no país, tais como Manaus, Brasília, Cuiabá e Natal?

V.E.: A resposta que se busca é: E depois? O tempo dirá.


L.C.: Qual a projeção que tu faz do time do Brasil para a Copa 2014?

V.E.: Espero ver uma seleção que além de espirito de luta,tenha também qualidade técnica.


L.C.: Felipão conseguirá fazer o mesmo trabalho da "Família Scolari" de 2002 em 2014?

V.E.: Este lado Família já existe (e é muito importante). Falta melhorar o lado técnico.


L.C.: Tu acredita que as outras seleções que disputarão a Copa do Mundo vão ter receio de enfrentar o Brasil em casa?

V.E.: Respeito sim, receio não.


Valdir Espinosa