Postei na minha conta no Twitter que escreveria sobre a campanha do Brasil de Pelotas nesse Gauchão.
E não vou falar do Xavante por ser um torcedor desde pequeno, e nem por causa da torcida que é a mais apaixonante do país, mas sim por que estou vendo ali naquele clube do interior, uma lição que serve para muitos clubes grandes e que já escrevi outras vezes aqui no blog quando havia alguma troca de treinador por má campanha.
A equipe que temos hoje no Xavante está junta desde 2013. Algumas mudanças, é claro, mas a base é a mesma.
Inclusive fora do gramado. Rogério Zimmermann está à frente do elenco rubro-negro desde 2012.
E isso faz a diferença.
De lá para cá, várias são as conquistas do clube, como um vice-campeonato da Copa FGF em 2012, um vice campeonato na Série D do Brasileirão em 2014, campeão da Divisão de Acesso em 2013 - o que trouxe o Xavante de volta à elite do Gauchão - sem falar na campanha do Gauchãodo ano passado, onde o clube foi o campeão do interior e conquistou a 3ª colocação.
O nome disso tudo: PLANEJAMENTO.
A direção focou e lutou muito para manter Comissão técnica e jogadores durante esse tempo todo, com a convicção de que o trabalho é bem executado e que gera frutos.
Apenas uma colocação que me desaponta: a falta de investimento em clubes que podem trazer um retorno enorme dentro dos gramados.
Não é de hoje que o Brasil faz grandes campanhas e mesmo assim os patrocinadores são escassos.
É preciso fazer da camiseta do clube um abadá de carnaval baiano para conseguir se manter vivo o ano inteiro e com os pagamentos em dia.
Como seria bom se os clubes do interior tivessem metade do investimento que recebem Grêmio e Inter, tanto de patrocinadores quanto nas cotas de TV.
Certamente o futebol cresceria e muito e as competições seriam mais emocionantes.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
domingo, 8 de fevereiro de 2015
Entrevista no Crônicas - Igor Póvoa
Mais uma edição do Entrevista no Crônicas aqui no blog e desta vez, com um jornalista da nova safra do rádio gaúcho.
Igor Póvoa, jornalista, repórter e apresentador da Rádio Guaíba, nos conta um pouco de sua trajetória e como foi o início no jornalismo.
Curtam abaixo a entrevista dele.
Luciano Coimbra - Como foi a tua escolha e o início na carreira de jornalista?
Igor Póvoa - Desde pequeno gostei de buscar informações, ouvir rádio, ver televisão. Sempre fui o menino que lia jornal na escola.
Então desde pequeno tive esse dom pro Jornalismo. Conforme fui crescendo, e por consequência comecei a pensar na carreira, amadureci esta ideia.
Foi uma simples conciliação dos meus gostos de rotina com algo que sempre quis fazer - levar informações.
O início da carreira foi como acontece com todos. Estagiando na Famecos e buscando chances no mercado.
Fiz diversas entrevistas em diversos locais, e acabei começando como produtor da CBN, ao mesmo tempo em que produzia alguns programas de Jornalismo Geral da Rádio Gaúcha.
LC - Trabalhar no rádio sempre foi tua preferência?
IP - Sempre, sim. Desde pequeno ouço rádio. Ouvia em jogos, no estádio ou em casa, e sempre gostei de ouvir rádio no carro.
Lembro de ouvir o ataque às Torres Gêmeas pelo rádio. Enquanto as outras pessoas brincavam na van que levava do colégio para casa, eu prestava atenção no rádio.
Queria saber tudo que tinha acontecido. Depois buscaria informações pela televisão.
O rádio sempre foi meu veículo preferido.
LC - O esporte entrou por acaso na tua carreira ou ele já fazia parte da tua vida antes mesmo da profissão?
IP - O esporte sempre fez parte da minha vida. Claro que o futebol ocupou a maior parcela.
Cresci indo a estádio de futebol com meu pai, depois com meus amigos. Assistia qualquer coisa pela televisão.
Com 10 anos entrei na onda do Guga e comecei a gostar de tênis. Lembro de assistir pouca coisa das Olimpíadas de Barcelona, mas eu tinha ainda 5 anos.
Então sempre fui meio fissurado em esporte. E, ao escolher o Jornalismo e o rádio, evidentemente que essa seria a área de minha preferência.
LC - Algum evento ou jogo que tu ainda sonha em cobrir?
IP - Uma Copa do Mundo, sem dúvida.
LC - Fora o futebol, como é apresentar um programa de lutas na rádio?
IP - É diferente. Foi uma forma de abrir espaço pra um esporte que começou a chamar a atenção do grande público há menos de 5 anos.
Paralelo a isso, eu gosto de MMA e, com o Rafael Pfeiffer, tivemos o aval do Nando para começar um projeto.
Tem sido muito bom, repercutido bem, e ainda conhecemos uma turma nova, com novas ideias e muito, muito mesmo, a ensinar.
LC - Nos momentos de lazer, quais tuas opções para descontrair?
IP - No lazer eu desligo. Não vejo futebol na televisão, desligo o rádio.
O único esporte que assisto é MMA, em dias de folga.
Além disso vivo na rua. Ou caminhando, ou andando de carro, ou sentado numa mesa de bar.
São minhas opções de lazer. Em casa, filmes. Sempre.
Igor Póvoa, jornalista, repórter e apresentador da Rádio Guaíba, nos conta um pouco de sua trajetória e como foi o início no jornalismo.
Curtam abaixo a entrevista dele.
Luciano Coimbra - Como foi a tua escolha e o início na carreira de jornalista?
Igor Póvoa - Desde pequeno gostei de buscar informações, ouvir rádio, ver televisão. Sempre fui o menino que lia jornal na escola.
Então desde pequeno tive esse dom pro Jornalismo. Conforme fui crescendo, e por consequência comecei a pensar na carreira, amadureci esta ideia.
Foi uma simples conciliação dos meus gostos de rotina com algo que sempre quis fazer - levar informações.
O início da carreira foi como acontece com todos. Estagiando na Famecos e buscando chances no mercado.
Fiz diversas entrevistas em diversos locais, e acabei começando como produtor da CBN, ao mesmo tempo em que produzia alguns programas de Jornalismo Geral da Rádio Gaúcha.
LC - Trabalhar no rádio sempre foi tua preferência?
IP - Sempre, sim. Desde pequeno ouço rádio. Ouvia em jogos, no estádio ou em casa, e sempre gostei de ouvir rádio no carro.
Lembro de ouvir o ataque às Torres Gêmeas pelo rádio. Enquanto as outras pessoas brincavam na van que levava do colégio para casa, eu prestava atenção no rádio.
Queria saber tudo que tinha acontecido. Depois buscaria informações pela televisão.
O rádio sempre foi meu veículo preferido.
LC - O esporte entrou por acaso na tua carreira ou ele já fazia parte da tua vida antes mesmo da profissão?
IP - O esporte sempre fez parte da minha vida. Claro que o futebol ocupou a maior parcela.
Cresci indo a estádio de futebol com meu pai, depois com meus amigos. Assistia qualquer coisa pela televisão.
Com 10 anos entrei na onda do Guga e comecei a gostar de tênis. Lembro de assistir pouca coisa das Olimpíadas de Barcelona, mas eu tinha ainda 5 anos.
Então sempre fui meio fissurado em esporte. E, ao escolher o Jornalismo e o rádio, evidentemente que essa seria a área de minha preferência.
LC - Algum evento ou jogo que tu ainda sonha em cobrir?
IP - Uma Copa do Mundo, sem dúvida.
LC - Fora o futebol, como é apresentar um programa de lutas na rádio?
IP - É diferente. Foi uma forma de abrir espaço pra um esporte que começou a chamar a atenção do grande público há menos de 5 anos.
Paralelo a isso, eu gosto de MMA e, com o Rafael Pfeiffer, tivemos o aval do Nando para começar um projeto.
Tem sido muito bom, repercutido bem, e ainda conhecemos uma turma nova, com novas ideias e muito, muito mesmo, a ensinar.
LC - Nos momentos de lazer, quais tuas opções para descontrair?
IP - No lazer eu desligo. Não vejo futebol na televisão, desligo o rádio.
O único esporte que assisto é MMA, em dias de folga.
Além disso vivo na rua. Ou caminhando, ou andando de carro, ou sentado numa mesa de bar.
São minhas opções de lazer. Em casa, filmes. Sempre.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
Saída de um, chegada de outro.
Grêmio e Inter viveram dias de anúncios. Uma chegada e ums saída.
Para uns, a saída de Barcos, o maior artilheiro estrangeiro do Grêmio, está sendo tarde demais.
Poderia ter ido antes, nunca deveria ter vindo, não decidiu quando precisava. Frases que rolaram pelas arquibancadas da Arena.
Pois tivemos em Barcos, o goleador tricolor em 2014. E mais do que isso, o capitão daquela barca".
Deixa o Grêmio com o coração machucado. Não pelas cobranças, mas por que queria ficar.
Está de saída para ajudar o clube a equilibrar suas finanças. Um contrato bom para ele e também para o tricolor.
A torcida pode até vir a sentir falta dele - assim como pode acontecer com Pará - mas Barcos deixa aquela porta aberta para um retorno.
Claro que sabemos que essas negociações e essas declarações de amor eterno duram até a próxima proposta.
E é sobre uma delas que falo agora. A chegada de Anderson ao Inter.
O maior rival do tricolor, onde ele foi o protagonista da Batalha dos Aflitos.
Um clube que ele também jurou amor eterno e que ainda voltaria.
Isso a torcida não perdoa. Será?
Por acaso alguém ficaria profundamente magoado se o concorrente da sua empresa fizesse uma proposta muito maior da que atualmente você recebe?
Pensariam duas vezes antes de trocar de emprego?
E o amor a camiseta que se veste?
Com os jogadores é a mesma coisa...
Anderson continua amando o Grêmio, mas é profissional.
No seu retorno ao Brasil, ele procurou a direção gremista e ouviu a proposta para o seu retorno.
O que o INter fez de errado?
Nada. Apenas cobriu aquilo que ele pedira.
Se ele vai dar certo no colorado, são outros quinhentos, mas está no seu pleno direito de jogar no rival tricolor.
E podem ter certeza: não foi o primeirro e não será o último.
Vários colegas da imprensa já listaram uma gama de jogadores que fizeram o mesmo trajeto e vice-versa.
Basta que se tenha uma proposta...
Para uns, a saída de Barcos, o maior artilheiro estrangeiro do Grêmio, está sendo tarde demais.
Poderia ter ido antes, nunca deveria ter vindo, não decidiu quando precisava. Frases que rolaram pelas arquibancadas da Arena.
Pois tivemos em Barcos, o goleador tricolor em 2014. E mais do que isso, o capitão daquela barca".
Deixa o Grêmio com o coração machucado. Não pelas cobranças, mas por que queria ficar.
Está de saída para ajudar o clube a equilibrar suas finanças. Um contrato bom para ele e também para o tricolor.
A torcida pode até vir a sentir falta dele - assim como pode acontecer com Pará - mas Barcos deixa aquela porta aberta para um retorno.
Claro que sabemos que essas negociações e essas declarações de amor eterno duram até a próxima proposta.
E é sobre uma delas que falo agora. A chegada de Anderson ao Inter.
O maior rival do tricolor, onde ele foi o protagonista da Batalha dos Aflitos.
Um clube que ele também jurou amor eterno e que ainda voltaria.
Isso a torcida não perdoa. Será?
Por acaso alguém ficaria profundamente magoado se o concorrente da sua empresa fizesse uma proposta muito maior da que atualmente você recebe?
Pensariam duas vezes antes de trocar de emprego?
E o amor a camiseta que se veste?
Com os jogadores é a mesma coisa...
Anderson continua amando o Grêmio, mas é profissional.
No seu retorno ao Brasil, ele procurou a direção gremista e ouviu a proposta para o seu retorno.
O que o INter fez de errado?
Nada. Apenas cobriu aquilo que ele pedira.
Se ele vai dar certo no colorado, são outros quinhentos, mas está no seu pleno direito de jogar no rival tricolor.
E podem ter certeza: não foi o primeirro e não será o último.
Vários colegas da imprensa já listaram uma gama de jogadores que fizeram o mesmo trajeto e vice-versa.
Basta que se tenha uma proposta...
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| Pirata está de saída (foto: Richard Ducker - ducker.com.br) |
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| Anderson está de chegada. (foto: site oficial do clube) |
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