Ahhhh a tal da Grenalização.... Porque ela cega tanto???
E aqui cito a grenalização por que está mais perto do meu mundo esportivo de hoje, mas tenho plena convicção de que acontece em qualquer cidade onde exitam dois clubes de relevância.
Acabei de postar um tuite onde coloco que certamente começariam a falar que o nível do Brasileirão está muito abaixo do aceitável se o Grêmio chegar a liderança da competição na próxima rodada.
Escrevo algo de tão absurdo assim??? Por acaso o Grêmio não evoluiu???
Existe um abismo de diferença entre o Grêmio de Roger e o Grêmio de Felipão. E o elenco é o mesmo...
Ou alguém também vai achar absurdo se eu colocar que o grupo de jogadores do Inter é o melhor do país?
Aguirre achou uma solução titular para cada posição do time e sempre tem um "reserva" que supre a ausência com a mesma qualidade do "titular".
É muito difícil os torcedores de times rivais verem a evolução do co-irmão?
Isso vai fazer com que eles sejam menos fanáticos ou menos torcedores do seu time do coração?
Pelo contrário. Mas como isso só acontece no mundo da fantasia, eu fico tentando........
domingo, 28 de junho de 2015
sábado, 20 de junho de 2015
Entrevista no Crônicas - Taynah Espinoza
Mais uma entrevista para o meu espaço aqui no blog.
Desta vez, o Entrevista no Crônicas traz Taynah Espinoza, jornalista que já atuou na Band RS e Band SP.
Taynah nos conta um pouco de sua trajetória dentro do jornalismo e fala também de família e lazer.
Curta abaixo a entrevista com ela.
Luciano Coimbra - Como foi a tua escolha pelo jornalismo?
Taynah Espinoza - Minha escolha pelo jornalismo foi muito diferente da maioria das pessoas que eu conheço. Eu queria fazer educação física, mas quando saí da escola, só fiz a prova da faculdade estadual e não passei. Fiquei então 6 meses fazendo eventos como produtora, pensando se realmente queria educação física. Meu pai chegava em casa todo dia e lá estava eu com a TV ligada no Sportv, ESPN...tava sempre assistindo algum esporte, algum jogo, competição de ginástica. Tudo! Ai ele comentou comigo que se eu gostava tanto de esporte e de assistir aquilo, por que não pensava em transmitir. Eu disse pra ele que não gostava de literatura, história, geografia..,nada que todo mundo que fazia jornalismo gostava. Ele disse que não se importava se eu começasse a faculdade e trocasse depois se eu não gostasse, mas achou que eu deveria tentar. Logo no primeiro semestre adorei o curso e desde então, não parei mais.
LC - A escolha pelo jornalismo esportivo tem alguma influência familiar?
TE - Toda minha família é ligada ao esporte. Meu tio Espinosa é técnico, meu pai era técnico de futsal. Meu irmão jogava e hoje é treinador. Um primo era auxiliar e depois diretor das categorias de base, o outro é empresário e o outro tá indo jogar nos EUA. Além disso, minha mãe é professora de educação física. Ou seja, o esporte tá no sangue.
Eu cresci em ginásio berrando pelo time do meu pai e do meu irmão no futsal, depois no campo. Pela TV, torcia pelo meu tio. Acho que isso influenciou muito na minha escolha.
LC - Teu início foi na Grêmio Rádio. Iniciar no rádio facilitou a atuação na TV?
TE - Não sei se o radio facilita o trabalho na TV, mas acho que ele dá mais bagagem. No rádio, é preciso ligar pra mil fontes pra tentar alguma informação nova, é preciso ter muito vocabulário porque quase sempre é ao vivo, nunca tem texto escrito pronto. Então acho que quem faz rádio quase sempre larga na frente.
LC - Como foi a troca da Band RS pela Band SP?
TE - Vir pra SP foi muito desafiador. Eu sempre pensei em sair do Sul pra ir morar no RJ. Esse sempre foi meu sonho. Amo praia, calor...e vim pra uma cidade que também tem inverno e não tem praia. E pior, tem um trânsito enlouquecedor. Mas SP me acolheu tão bem que tenho muito carinho pela cidade hoje. As pessoas me cativaram!
Na profissão foi um grande salto na carreira. Foi fazer "vivo" no CTs que eu sempre assistia na TV. Foi fazer matéria cobrindo o mesmo evento que o Mito Mauro Naves. Foi conseguir apresentar programas em rede nacional. Com certeza foi um salto na minha carreira.
LC - Após a saída da Band, qual o próximo projeto profissional?
TE - O próximo projeto profissional...o tempo dirá.
LC - Nos momentos de folga, qual a atividade preferida?
TE - Praia, muita praia!!! Amo passar o dia inteiro na praia, adoro a energia do sol. Então quer me ver feliz na folga é me levar pra rua num baita dia de sol. Pode ser na praia, no parque andando de skate, na vila madalena tomando uma cervejinha com os amigos...estar no sol na rua me deixa muito feliz nas folgas.
Desta vez, o Entrevista no Crônicas traz Taynah Espinoza, jornalista que já atuou na Band RS e Band SP.
Taynah nos conta um pouco de sua trajetória dentro do jornalismo e fala também de família e lazer.
Curta abaixo a entrevista com ela.
Luciano Coimbra - Como foi a tua escolha pelo jornalismo?
Taynah Espinoza - Minha escolha pelo jornalismo foi muito diferente da maioria das pessoas que eu conheço. Eu queria fazer educação física, mas quando saí da escola, só fiz a prova da faculdade estadual e não passei. Fiquei então 6 meses fazendo eventos como produtora, pensando se realmente queria educação física. Meu pai chegava em casa todo dia e lá estava eu com a TV ligada no Sportv, ESPN...tava sempre assistindo algum esporte, algum jogo, competição de ginástica. Tudo! Ai ele comentou comigo que se eu gostava tanto de esporte e de assistir aquilo, por que não pensava em transmitir. Eu disse pra ele que não gostava de literatura, história, geografia..,nada que todo mundo que fazia jornalismo gostava. Ele disse que não se importava se eu começasse a faculdade e trocasse depois se eu não gostasse, mas achou que eu deveria tentar. Logo no primeiro semestre adorei o curso e desde então, não parei mais.
LC - A escolha pelo jornalismo esportivo tem alguma influência familiar?
TE - Toda minha família é ligada ao esporte. Meu tio Espinosa é técnico, meu pai era técnico de futsal. Meu irmão jogava e hoje é treinador. Um primo era auxiliar e depois diretor das categorias de base, o outro é empresário e o outro tá indo jogar nos EUA. Além disso, minha mãe é professora de educação física. Ou seja, o esporte tá no sangue.
Eu cresci em ginásio berrando pelo time do meu pai e do meu irmão no futsal, depois no campo. Pela TV, torcia pelo meu tio. Acho que isso influenciou muito na minha escolha.
LC - Teu início foi na Grêmio Rádio. Iniciar no rádio facilitou a atuação na TV?
TE - Não sei se o radio facilita o trabalho na TV, mas acho que ele dá mais bagagem. No rádio, é preciso ligar pra mil fontes pra tentar alguma informação nova, é preciso ter muito vocabulário porque quase sempre é ao vivo, nunca tem texto escrito pronto. Então acho que quem faz rádio quase sempre larga na frente.
LC - Como foi a troca da Band RS pela Band SP?
TE - Vir pra SP foi muito desafiador. Eu sempre pensei em sair do Sul pra ir morar no RJ. Esse sempre foi meu sonho. Amo praia, calor...e vim pra uma cidade que também tem inverno e não tem praia. E pior, tem um trânsito enlouquecedor. Mas SP me acolheu tão bem que tenho muito carinho pela cidade hoje. As pessoas me cativaram!
Na profissão foi um grande salto na carreira. Foi fazer "vivo" no CTs que eu sempre assistia na TV. Foi fazer matéria cobrindo o mesmo evento que o Mito Mauro Naves. Foi conseguir apresentar programas em rede nacional. Com certeza foi um salto na minha carreira.
LC - Após a saída da Band, qual o próximo projeto profissional?
TE - O próximo projeto profissional...o tempo dirá.
LC - Nos momentos de folga, qual a atividade preferida?
TE - Praia, muita praia!!! Amo passar o dia inteiro na praia, adoro a energia do sol. Então quer me ver feliz na folga é me levar pra rua num baita dia de sol. Pode ser na praia, no parque andando de skate, na vila madalena tomando uma cervejinha com os amigos...estar no sol na rua me deixa muito feliz nas folgas.
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| Entrevista no Crônicas - Taynah Espinoza |
sexta-feira, 12 de junho de 2015
Rapidinhas do Crônicas
Vou fazer um post com várias opiniões sobre os últimos assuntos do mundo do futebol:
1- Escândalo FIFA: Já tava mais do que na hora de a casa dos manda-chuvas do futebol mundial cair.
Muita gente envolvida e alguém iria fazer a besteira de sonegar imposto justamente em território americano. Mais conhecido como: Pediu pra tomar choque!!!
Espero que sirva de exemplo para os próximos comandantes, tanto lá fora quanto aqui no Brasil.
2- Copa América e o Brasileirão: Ainda não entendo como a "super-organizada" CBF consegue fazer uma competição onde seus principais clubes jogarão com desfalques de atletas convocados por suas seleções. E a bagunça é tanta que as séries A e B não irão parar seus jogos, mas a série C estará suspensa durante a competição sulamericana. Acho que os "convocados" da série C fazem mais falta que os convocados das séries A e B nos times brasileiros.
3- Venda de Dourado: Saiu a notícia de que Rodrigo Dourado estaria sendo vendido para um clube inglês pela bagatela de 100 milhões de reais. Esse valor é comparado com as negociações de Van Nilsteroy, quando trocou o PSV pelo Manchester United em 2001 ou a troca de Ronaldo em 1997, quando o Fenômeno saiu do Barcelona e foi jogar na Inter de Milão. Não tenho nada contra a venda do garoto, só acredito que os dirigentes de futebol precisam ser mais realistas com seus torcedores, uma vez que o presidente Píffero admitiu não vender nenhum jogador no ano de 2015.
4- Amistoso da Seleção em Porto Alegre: Se eu classificar a última atuação do Brasil em solo nacional antes da estreia na Copa América, como fraca, vou estra sendo muito econômico e sutil com a seleção. O jogo foi um dos piores que eu vi no ano. Sem falar na noite chuvosa que os torcedores enfrentaram e o precinho salgado dos ingressos. Juntando tudo isso no pacote, a vaia ao final da partida foi coberta de razão. Mas Neymar não curtiu muito essa atitude da torcida...Ao final do jogo, não saudou os torcedores e saiu com cara de poucos amigos. Depois do jogo, aproveitou para desopilar em uma festinha VIP na Zona Sul da capital. Soube bem como esquecer a atuação fraquíssima de seus companheiros no jogo.
1- Escândalo FIFA: Já tava mais do que na hora de a casa dos manda-chuvas do futebol mundial cair.
Muita gente envolvida e alguém iria fazer a besteira de sonegar imposto justamente em território americano. Mais conhecido como: Pediu pra tomar choque!!!
Espero que sirva de exemplo para os próximos comandantes, tanto lá fora quanto aqui no Brasil.
2- Copa América e o Brasileirão: Ainda não entendo como a "super-organizada" CBF consegue fazer uma competição onde seus principais clubes jogarão com desfalques de atletas convocados por suas seleções. E a bagunça é tanta que as séries A e B não irão parar seus jogos, mas a série C estará suspensa durante a competição sulamericana. Acho que os "convocados" da série C fazem mais falta que os convocados das séries A e B nos times brasileiros.
3- Venda de Dourado: Saiu a notícia de que Rodrigo Dourado estaria sendo vendido para um clube inglês pela bagatela de 100 milhões de reais. Esse valor é comparado com as negociações de Van Nilsteroy, quando trocou o PSV pelo Manchester United em 2001 ou a troca de Ronaldo em 1997, quando o Fenômeno saiu do Barcelona e foi jogar na Inter de Milão. Não tenho nada contra a venda do garoto, só acredito que os dirigentes de futebol precisam ser mais realistas com seus torcedores, uma vez que o presidente Píffero admitiu não vender nenhum jogador no ano de 2015.
4- Amistoso da Seleção em Porto Alegre: Se eu classificar a última atuação do Brasil em solo nacional antes da estreia na Copa América, como fraca, vou estra sendo muito econômico e sutil com a seleção. O jogo foi um dos piores que eu vi no ano. Sem falar na noite chuvosa que os torcedores enfrentaram e o precinho salgado dos ingressos. Juntando tudo isso no pacote, a vaia ao final da partida foi coberta de razão. Mas Neymar não curtiu muito essa atitude da torcida...Ao final do jogo, não saudou os torcedores e saiu com cara de poucos amigos. Depois do jogo, aproveitou para desopilar em uma festinha VIP na Zona Sul da capital. Soube bem como esquecer a atuação fraquíssima de seus companheiros no jogo.
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